Publicação da participação de uma leitora do blog:
"Universidade Estadual de Goiás (UEG) está de greve a 45 dias. Petição para mobilizar a sociedade, por que a sociedade tem que saber que o Governo Marconi abandonou a UEG, mais informações: MobilizaUegPetição: http://www.avaaz.org/po/petition/Investimentos_na_UEG_reestruturacao_ja/?fXudNeb&pv=3 "
X-glota
Dois anos se passaram e o blog sobreviveu ao tempo. Quem diria... :]
Gostaria de reservar esta linha para agradecer quem aguardou pelo nosso retorno.
E esta linha para odiar os "spammers" que tomaram conta durante nosso recesso.
# Como prometido, em Março, cá estou! Aproveitem a volta da temporada de Doctor Who hoje! :)
Game of Thrones third season tomorrow!
Sem mais delongas, ao texto:
O X é você quem escolhe! E hoje, a pedido de um amigo, através da minha perspectiva, darei algumas dicas, nada extraordinário, novo ou inovador, apenas uma visão pessoal, de como aprender um outro idioma. Aconselho a não encarar o texto como um guia ou algo do tipo, pois cada um aprende melhor de um jeito, através de sua própria metodologia. Só espero que o texto a seguir ajude a achar este melhor caminho. (Farei uma abordagem, como se o foco fosse aprender o idioma como um todo e não de forma "instrumental" — apenas saber ler para poder fazer uma prova e nunca mais).
Cada civilização possui sua própria história, que pode até se assemelhar em certos pontos com algumas outras, mas nunca será a mesma, e entender isto é essencial para compreender que o idioma foi, muito provavelmente, estruturada em cima de uma lógica diferente da sua língua materna.
Se você já viu algum vídeo de beatbox, tem já alguma boa noção de que conseguimos produzir uma variedade inestimável de sons somente pela boca. Aceite logo de inicio que você estará lidando com uma outra fonética, por isto não tente acochambrar (como por exemplo, no inglês, fazer o "th" como se fosse um "f").
Aprender outro idioma não é adaptar seu idioma-pátrio para falar diferente, é expressar uma evolução histórico-cultural através de sons (palavras); é verbalizar ideias e expressões capazes de fazer atingir outros povos; é se expressar de forma diferente e interiorizar um conhecimento que passou séculos pelo (espaço-)tempo para se formar. Uma forma simples imediatista de se entender isto são expressões linguísticas que temos e não têm significado lógico em nenhum outro idioma e vice-versa (e quando isto conflita com o mundo palpável, temos de utilizar o artifício do estrangeirismo).
Entenda que o começo é sempre bastante complicado e difícil, pois você não está habituado com a lógica do idioma (ajuda você evitar questionamentos sobre a necessidade e compreensão de tais artifícios lógicos da língua. Primeiro, como eu disse, o idioma sobreviveu por séculos, porque as pessoas conseguem se entender e todo idioma se permite ambiguidades — se não, não haveria textos-poéticos. E que diferença irá fazer você questionar, por exemplo, qual a necessidade de se conjugar verbos ou não, se isto não mudará a gramática do idioma? Você só estará criando barreiras entre você e a língua). Ajuda é sempre bem-vinda neste primeiro estágio. (Recomendação: Compre uma boa gramática logo no inicio. Mas pesquise MUITO primeiro para certificar-se que é uma boa aquisição — se muitas pessoas, que merecem certo crédito e respeito, indicam a mesma gramática).
Particularmente, eu recomendaria você fazer um semestre ou dois de aulas do idioma em questão com um professor, pois você estará andando por territórios desconhecidos, e sozinho o caminho será mais árduo. Ter alguém para corrigir os erros mais simples e básicos logo no começo é essencial, pois se não você fará todo um aprendizado baseado no errado. Além de ser uma pequena estratégia. ;)
Em um ou dois semestre acho que a lógica Básica já deve estar bem firmada. Dai para frente, seguir sozinho é uma boa opção (continuar em "cursinho de idiomas" seria um desperdício de dinheiro. Comece a juntar o dinheiro que você pagaria nas mensalidades a partir dai — já já vamos resgatar este dinheiro). Dê uma boa olhada em sua gramática. Volte revisando tudo que você já viu e siga adiante com a parte um pouco mais complexa da gramática (que provavelmente já será a parte final dela)*. E abuse do seu antigo professor.
Professores de idiomas costumam ser bastante gentis e dispostos a ajudar. Durante o curso que você fez com ele(a)(s), estabeleça contato (virtual — Facebook, por exemplo) e sempre que necessário, tire suas dúvidas com ele(s) (muitas vezes eles conseguem te explicar em poucas palavras o que textos enormes de sites renomados não conseguiu). Yahoo!Respostas costuma ser uma mão na roda também. ;)
Gostaria de reservar esta linha para agradecer quem aguardou pelo nosso retorno.
E esta linha para odiar os "spammers" que tomaram conta durante nosso recesso.
# Como prometido, em Março, cá estou! Aproveitem a volta da temporada de Doctor Who hoje! :)
Game of Thrones third season tomorrow!
Sem mais delongas, ao texto:
O X é você quem escolhe! E hoje, a pedido de um amigo, através da minha perspectiva, darei algumas dicas, nada extraordinário, novo ou inovador, apenas uma visão pessoal, de como aprender um outro idioma. Aconselho a não encarar o texto como um guia ou algo do tipo, pois cada um aprende melhor de um jeito, através de sua própria metodologia. Só espero que o texto a seguir ajude a achar este melhor caminho. (Farei uma abordagem, como se o foco fosse aprender o idioma como um todo e não de forma "instrumental" — apenas saber ler para poder fazer uma prova e nunca mais).
Cada civilização possui sua própria história, que pode até se assemelhar em certos pontos com algumas outras, mas nunca será a mesma, e entender isto é essencial para compreender que o idioma foi, muito provavelmente, estruturada em cima de uma lógica diferente da sua língua materna.
Se você já viu algum vídeo de beatbox, tem já alguma boa noção de que conseguimos produzir uma variedade inestimável de sons somente pela boca. Aceite logo de inicio que você estará lidando com uma outra fonética, por isto não tente acochambrar (como por exemplo, no inglês, fazer o "th" como se fosse um "f").
Aprender outro idioma não é adaptar seu idioma-pátrio para falar diferente, é expressar uma evolução histórico-cultural através de sons (palavras); é verbalizar ideias e expressões capazes de fazer atingir outros povos; é se expressar de forma diferente e interiorizar um conhecimento que passou séculos pelo (espaço-)tempo para se formar. Uma forma simples imediatista de se entender isto são expressões linguísticas que temos e não têm significado lógico em nenhum outro idioma e vice-versa (e quando isto conflita com o mundo palpável, temos de utilizar o artifício do estrangeirismo).
Entenda que o começo é sempre bastante complicado e difícil, pois você não está habituado com a lógica do idioma (ajuda você evitar questionamentos sobre a necessidade e compreensão de tais artifícios lógicos da língua. Primeiro, como eu disse, o idioma sobreviveu por séculos, porque as pessoas conseguem se entender e todo idioma se permite ambiguidades — se não, não haveria textos-poéticos. E que diferença irá fazer você questionar, por exemplo, qual a necessidade de se conjugar verbos ou não, se isto não mudará a gramática do idioma? Você só estará criando barreiras entre você e a língua). Ajuda é sempre bem-vinda neste primeiro estágio. (Recomendação: Compre uma boa gramática logo no inicio. Mas pesquise MUITO primeiro para certificar-se que é uma boa aquisição — se muitas pessoas, que merecem certo crédito e respeito, indicam a mesma gramática).
Particularmente, eu recomendaria você fazer um semestre ou dois de aulas do idioma em questão com um professor, pois você estará andando por territórios desconhecidos, e sozinho o caminho será mais árduo. Ter alguém para corrigir os erros mais simples e básicos logo no começo é essencial, pois se não você fará todo um aprendizado baseado no errado. Além de ser uma pequena estratégia. ;)
Em um ou dois semestre acho que a lógica Básica já deve estar bem firmada. Dai para frente, seguir sozinho é uma boa opção (continuar em "cursinho de idiomas" seria um desperdício de dinheiro. Comece a juntar o dinheiro que você pagaria nas mensalidades a partir dai — já já vamos resgatar este dinheiro). Dê uma boa olhada em sua gramática. Volte revisando tudo que você já viu e siga adiante com a parte um pouco mais complexa da gramática (que provavelmente já será a parte final dela)*. E abuse do seu antigo professor.
Professores de idiomas costumam ser bastante gentis e dispostos a ajudar. Durante o curso que você fez com ele(a)(s), estabeleça contato (virtual — Facebook, por exemplo) e sempre que necessário, tire suas dúvidas com ele(s) (muitas vezes eles conseguem te explicar em poucas palavras o que textos enormes de sites renomados não conseguiu). Yahoo!Respostas costuma ser uma mão na roda também. ;)
O apanhador no campo de centeio
"Then, just to show you how crazy I am, when we were coming out of this big clinch, I told her I loved her and all. It was a lie, of course, but the thing is, I meant it when I said it. I'm crazy. I swear to God I am.
'Oh, darling, I love you too,' she said. Then, right in the same damn breath, she said, 'Promise me you'll let your hair grow. Crew cuts are getting corny. And your hair's so lovely.'
Lovely my ass."
Dia(s) da mulher
O oitavo de março é o dia em que se “comemora a mulher”. Dispensável
é contar toda a história da significância da data, já que todos sabemos das
lutas históricas de grupos feministas, das atrocidades contra protestantes e
toda a degradação em geral contra o sexo feminino. Ou será mesmo tão
dispensável assim?
A verdade é que, como quase todas as outras coisas nesse
vasto mundo, o Dia da mulher adquiriu um significado muito diferente daquele
inspirado pela militância em favor da igualdade sexual. Aquilo que deveria ser
uma lembrança de que a luta continua agora é show de declarações infantis de
admiração às mulheres. E é importante dizer: uma admiração carregada de
machismo, pois as características exaltadas nada têm a ver com uma igualdade de
competências entre os sexos. Beleza, sensibilidade, maternidade... por aí segue
a lista dos atributos que, segundo os mais qualificados praticantes do bom “Feliz
dia da mulher”, são os merecedores de destaque em qualquer mulher.
Na minha parca compreensão dos problemas do mundo, isso está
muito longe daquilo que precisamos. Porque precisamos desesperadamente, sim, de
consciência, de capacidade de admitir erros, enfim, de honestidade. E não são
uma rosa e uma caixa de chocolates por ano a recompensa por uma vida de
discriminação e desigualdade. Prefiro nem chamar de recompensas: são
restituições. Como diria o poeta nordestino, “Se não fosse a mulher mimosa flor,
a história seria mentirosa”.
PS. Depois de muitos dias fora do ar, voltei. Se ainda gosta
disso aqui e acha que seria legal que continuássemos, demonstre! Curta,
comente, compartilhe. Não é vaidade, só não queremos ficar naquela de ‘escrever’
pras paredes.
Uma vírgula
Ultimamente fui atropelado por uma espécie de sensação de "só sei que nada sei", que como muitas sensações é difícil descrever, e mesmo quando descrevemos parece um conceito vazio. Sinto-me como se tentasse descrever o gosto da carne de um animal exótico para vocês, mas já sabendo desde antes de abrir a boca que não conseguirei. Como descrever isto? Acho que ninguém sabe ao certo, e por isto as pessoas, ao meu ver, de forma cômica, sempre descrevem este tipo de carne como "parece frango". Obviamente chester, jacarés, cobras e muitos outros animais não tem gosto de galinha, e é bem provável que o gosto que eu sinto não é exatamente igual ao gosto você sentiria ao comer a mesma coisa.
É por isto, por esta falta de palavras que venho sido acometido, peço só que compreendam, não que a entendam no seu âmago, pois senão estariam na mesma situação desoladora que eu, a qual ainda não sei dizer se é algo bom ou ruim. Compreendam só que precisarei de um tempo.
Não sei o que a mulheres, no status de 'namoradas', querem dizer com a expressão "dar um tempo", mas quero esclarecer que eu o estou usando no sentido de que não escreverei por ora, mas pretendo voltar, com minha certeza, o mais breve possível, no máximo até Abril deste ano.
Não sei sobre os demais membros, se pararão, se entraremos todos em recesso por um tempo e/ou se voltarão/emos. Posso só prometer por mim. Aliais, a declaração do Ian ontem foi uma surpresa para mim, não por completa, pois aparentemente todos nós entramos numa espécie de "calmaria" ao mesmo tempo — acho que uma saturação, um cansaço e correria, e quem sabe, num certo ponto, até uma falta de inspiração e criatividade.
Não sei se estou conseguindo ser claro, mas me despeço aqui. Agradeço a contribuição e participativa de todos, principalmente a de meus colegas e amigos Ian, Kaito, Lília e Marco Aurélio. Volto em breve (espero que já com o computador consertado, e quem sabe até com um computador melhor em mãos, apesar de pouco provável...).
P.S.: Estou dando um tempo nos textos mas podemos ainda confabular, basta me procurar nas redes sociais ou deixar comentários no blog mesmo (eu ainda estarei recebendo por e-mail todos os comentários do blog).
Um abraço à todos! e bom ano para você.
É por isto, por esta falta de palavras que venho sido acometido, peço só que compreendam, não que a entendam no seu âmago, pois senão estariam na mesma situação desoladora que eu, a qual ainda não sei dizer se é algo bom ou ruim. Compreendam só que precisarei de um tempo.
Não sei o que a mulheres, no status de 'namoradas', querem dizer com a expressão "dar um tempo", mas quero esclarecer que eu o estou usando no sentido de que não escreverei por ora, mas pretendo voltar, com minha certeza, o mais breve possível, no máximo até Abril deste ano.
Não sei sobre os demais membros, se pararão, se entraremos todos em recesso por um tempo e/ou se voltarão/emos. Posso só prometer por mim. Aliais, a declaração do Ian ontem foi uma surpresa para mim, não por completa, pois aparentemente todos nós entramos numa espécie de "calmaria" ao mesmo tempo — acho que uma saturação, um cansaço e correria, e quem sabe, num certo ponto, até uma falta de inspiração e criatividade.
Não sei se estou conseguindo ser claro, mas me despeço aqui. Agradeço a contribuição e participativa de todos, principalmente a de meus colegas e amigos Ian, Kaito, Lília e Marco Aurélio. Volto em breve (espero que já com o computador consertado, e quem sabe até com um computador melhor em mãos, apesar de pouco provável...).
P.S.: Estou dando um tempo nos textos mas podemos ainda confabular, basta me procurar nas redes sociais ou deixar comentários no blog mesmo (eu ainda estarei recebendo por e-mail todos os comentários do blog).
Um abraço à todos! e bom ano para você.
Derradeiro (ou Interstício)
Eventualmente as forças se esvaem, ou a motivação;
ou, em alguns casos, o que há são apenas ligeiras adversidades que resultam em
um solapar dos esforços. Mas não trago justificativas, apenas uma explicação: Cesso
de redigir nestas páginas por tempo indeterminado.
Ocorre que, de algum tempo até agora, mostra-se um
desânimo geral neste blog. Tanto por parte de nós redatores, que passamos a
falhar as agendas quase que sistematicamente, quanto de vocês leitores, que
reduziram os comentários e os acessos. Como eu disse, não venho dar
justificativas nem me lamentar de nada, apenas dar algumas explicações.
Tive aqui uma experiência única, que me ajudou muito
e da qual levo resultados; mas por hora é tempo de pousar a caneta (neste blog).
Agradeço a todos que acessaram o blog e que se
dispuseram a ler os textos, ler-nos; os acessos e comentários me ajudaram
muito, me deram coragem para redigir, me deram vontade, e também me auxiliaram na
correção de algumas imperfeições.
Agradeço a meus amigos de blog: Lília, Marco, Kaito e
Alisson; não existem melhores.
Começamos este blog sem pretensões homéricas, queríamos
apenas escrever; e isto fizemos, e não foi pouco; se agora ocorreu do fôlego
não ser mais aquele, não há culpa, há apenas o fato, que me parece infeliz, mas
nada posso fazer que não resignar-me.
Espero poder escrever mais.
PS: Este texto é uma declaração MINHA, não falo por
nenhum dos outros integrantes, que podem eventualmente levar adiante o Machado.
Adeus, foi tudo muito bom. (ou até logo)
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